Reações 30/11

Espião entra como? Espião entra colado na parede.

Fui eu que atrapalhei? Ou foi ela?

Eu falei: agora eu vou por baixo, aí deu certo!

Chegou ao ponto dele olhar pra mim e fazer… hmmmmm…

Consegui! Eles não me viram!

Pelo menos um filme eu quero ver.

 

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Reações 27/11

“Qu’est-ce que se passe? C’est chiant…”

“Tem que dar um jeito de passar sem o sistema te detectar.”

“O que é maneiro é que parece de verdade mesmo, a primeira vez que eu entrei achei que as pessoas tavam ali olhando pra mim!”

“Legal, interessante, ainda fazem assim, pra você!”

“Entra lá, tá com medo?”

“Não entendi não mas tá tudo bem!”

“Bem legal! Surpreendente!”

“É que nem esses sistemas de banco.”

“Irado.”

“Genial, genial, olha eu já vi coisinhas na minha vida mas essa…. hahaha!”

“Imagina uma Caixa dessa dentro de um shopping, a loucura que não ia ser?”

“Vira tipo um twist, é quase isso.”

“É muita sacanagem isso, eu entrei toda disfarçada!”

“Quero ver de novo!”

“Es como el panopticon de Michel Foucault.”

“Eu tava lá, aí ele estragou tudo, tava rolando, ele entrou e eles morreram!”

Os inocentes, definitivamente inocentes…

Próximo final de semana o espetáculo Os Inocentes do Brecha Coletivo faz suas últimas 3 apresentações no Glauce Rocha, e a Ocupação do espaço recebe também a parceria de Paola Barreto e Caíto Mainier com a instalação interativa “Tá tudo bem”. Em sua edição de estréia, “Tá Tudo Bem #1” optou por atravessar o universo da peça “Os Inocentes”, criando uma espécie de “Innocent Box”.