Ecos daquela caixa, por Cristiana Grumbach

A imagem que reage a minha presença, que me devolve meu olhar, que me faz voraz do que me é interdito – justo eu que sempre fui tão invisível, justo eu que já não olho de tanto ver. E é a presença desse meu corpo, justo e preciso, que não me deixa ver tudo. Preciso esconder meu corpo para tentar. Aliás, “tudo”? De onde me veio a idéia de que tudo está à mostra e pode ser visto? E se fosse, ainda assim eu saberia?

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Gentilezas

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Primeira reunião de desenho de projeto com Pablito e Bruno na Gentil Lá.